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CONHEÇA O AUTISMO: Luz, câmera, ação

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Por Marco Antônio Moreira, estudante de Jornalismo, aspie

Desde que iniciei a universidade, acabei descobrindo um lado criativo que eu nunca soube que tinha em toda a minha vida. Descobri que gosto de montar roteiros e gravar filmes. Não só na questão visual, mas na questão de rádio também.

Ano passado, passei a ter disciplinas de rádio e tv. O primeiro trabalho da aula de produção de áudio era gravar uma história para ser contada no rádio. Não só gravar, mas montar o roteiro, procurar os efeitos sonoros e editar tudo depois. Entrei em pânico no início, mas depois se tornou super fácil. Gravei uma história de terror que encontrei na internet, e cheguei inclusive a ficar sem sono no dia da apresentação do trabalho ao professor, de tão assustadora e realista que ficou.

No semestre seguinte, iniciei a disciplina de linguagens audiovisuais. O primeiro trabalho era gravar um filme curta-metragem, além de claro produzir o roteiro e tudo. Gravei um curta de suspense ao lado dos meus amigos. Inclusive comprei máscaras em uma loja de fantasias para a caracterização. Gravamos a história em uma noite bem chuvosa nos corredores da universidade. Ri bastante com meus colegas naquele dia. O trabalho ficou bem legal no final e tirei nota máxima.

Esse lado de produzir e gravar histórias é algo que eu curto bastante. Montar um roteiro e depois transformar tudo aquilo escrito em algo real é algo mágico para mim. Não sei se seguirei essa carreira de cineasta, mas é algo que sempre que puder quero aproveitar ao máximo. Como jornalista, gosto de contar histórias e tenho também o lado criativo, e a câmera me dá uma grande liberdade para criar grandes histórias.

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