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Mostrando postagens de Julho, 2012

Mistério resolvido!

Bem, o mistério dos posts antigos que eram republicados sozinhos foi resolvido! Eu havia instalado um plugin no Wordpress para exibir os termos de pesquisa que levavam àquela página e, sem que eu soubesse, ele começou a upar os posts com pouco tráfego. Agora, está tudo resolvido (e eu quase troquei o Wordpress pelo MovableType ;) ) Voltemos à nossa programação normal.

Base de Vetores

Uma base é um conjunto de três vetores não coplanares. Esses vetores, assim, são LI e geram o espaço. A Base de Vetores, então, é utilizada como o sistema de coordenadas de pontos, de retas, de planos e de outros objetos no espaço.

Se  é uma base de V³, então todo vetor de V³ é gerado pelos vetores de E. Como essa tripla de vetores é única, a conclusão a qual chegamos é que, uma vez escolhida uma base E, a cada vetor [latex]underset{v}{rightarrow}[/latex] fica associada uma única tripla de escalares (a1, a2,a3), a qual podemos chamar de coordenadas do vetor na base E. Logo, se dissermos que as coordenadas do vetor v são (a1, a2, a3) estaremos, na verdade, dizendo que  .

pkgmgr 1.0.1

E aí pessoal tudo bem? Após cerca de uma semana do anúncio original, vim aqui anunciar a vocês que acabo de liberar a nova versão do pkgmgr, o meu pequeno gerenciador de pacotes em Shell Script.

Essa nova versão 1.0.1 tem várias novidades: ela corrige um erro da versão anterior o qual poderia impedir que vários pacotes fossem instalados de uma só vez através de uma linha de comando e resolve quase todas as limitações do projeto original, ou seja, agora você não precisa mais se preocupar em inserir uma / ao final do nome das pastas: ele insere a barra sozinho se ela não estiver lá; além disso, o processo de atualização de pacotes está mais seguro e, a partir de agora, você pode alterar, em um conjunto de variáveis no começo do arquivo, o programa utilizado para compactar os pacotes e suas opções. Isso significa que, agora, você pode criar pacotes em outro formato de compressão ou adaptar o programa para outras versões do tar que não a gnu.

E como se não bastasse, agora o gerenciador cont…

Algo estranho no site...

Pessoal,

alguns posts antigos, como o do som do pi, misteriosamente tiveram sua data alterada e pularam na frente dos demais. Não sei por que isso aconteceu. Por via das dúvidas, desativei o plugin de posts relacionados e vou continuar averiguando os fatos.

Como converter coordenadas polares para cartesianas

Junto às coordenadas cartesianas, as coordenadas polares são utilizadas para determinar a posição de pontos e outros objetos no plano. Em determinadas situações, porém, é mais fácil resolver determinados problemas utilizando coordenadas polares do que coordenadas cartesianas. É importante, então, saber como converter uma coordenada que esteja em coordenadas cartesianas para coordenadas polares e vice-versa.

O que é um vetor?

Os vetores são uma parte importante tanto da Física quanto da Matemática, em especial da Geometria Analítica. No entanto, muitos professores simplesmente não sabem explicar corretamente o que é um vetor. Não raras vezes, eles acabam dizendo que um vetor é "aquela flechinha que fica em cima da letra" e o aluno simplesmente aceita essa informação. Neste post, vou explicar, de uma maneira rápida e fácil, o que é, formalmente, um vetor.

Construções geométricas com régua e compasso

Desde a época da escola pitagórica, na Grécia antiga, entendia-se como uma construção geométrica pura aquela realizada com traços obtidos da régua e do compasso. No entanto, havia algumas peculiaridades: a régua não poderia ser graduada, isto é, não poderia ter marcações como as réguas centimetradas que são vendidas hoje em qualquer livraria e o compasso apenas poderia ser aberto com suas pontas apoiadas em dois pontos que já tivessem sido previamente construídos, ou em outras palavras, não poderíamos abrir o compasso de forma arbitrária.

Estruturas algébricas

Uma operação binária, interna e fechada em um conjunto A, não vazio, é uma relação do produto cartediano AxA em A. A operação é binária pois o domínio é o produto cartesiano de dois conjuntos, interna pois os dois conjuntos são iguais e fechada porque a imagem também é o comjunto A.
Uma operação qualquer * em um conjunto A é comutativa se e somente se a * b = b * a para todos a e b pertencentes a A; * é associativa se e somente se a * (b * c) = (a * b) * c para todos a, b, c pertencentes a A; A operação * possui elemento neutro em A se existe um e pertencente a A tal que a * e = a = e * a; possui inverso se e somente se para todo a pertencente a A existe um a' pertencente a A tal que a * a' = e = a' * a.
Dados um conjuto A e uma operação binária e interna *, dizemos que (A, *) é um: